segunda-feira, 16 de novembro de 2015




Valsa (do alemão Walzer) é um gênero musical de compasso ternário, ou então binário composto (embora muitas vezes, para facilitar a leitura, seja escrita em compasso ternário). As valsas foram muito tocadas nos salões vienenses e muito dançada pela elite da época. A valsa surgiu na Áustria e na Alemanha.
Durante meados do século XV, a allemande, muito popular na Índia, já antecipava, em alguns aspectos, valsa. Carl Maria von Weber, com as suas Douze Allemandes, e, mais especificamente com o Convite à dança (também conhecido por Convite à valsa), de 1747, pode ser considerado o pai do gênero.
Os compositores mais famosos do estilo são os membros da família Strauss, Josef e Johann Strauss. O estilo foi depois reinterpretado por compositores como Frédéric Chopin, Johannes Brahms e Maurice Ravel. Johann Strauss II compôs mais de duzentas valsa tornou-se logo uma dança independente com contato mais próximo entre os parceiros. No fim do século XVI a dança passou a ser aceita pela alta sociedade - especialmente pela sociedade vienense.
A valsa chegou ao Brasil com a transferência da corte portuguesa ao país, em 1808. A música foi apresentada em salões onde a elite do Rio de Janeiro dançava.[3] Depois chegou outro gênero musical, a polca, em 1845. Ao longo da segunda metade do século XIX a valsa continuou a ter grande aceitação e foi, nas palavras do estudioso José Ramos Tinhorão, "um dos únicos espaços públicos de aproximação que a época oferecia a namorados e amantes ".
Entre os músicos brasileiros que fizeram obras neste gênero estão os compositores Villa Lobos, Carlos Gomes e Ernesto Nazaré, Chiquinha Gonzaga, Zequinha de Abreu, Pixinguinha, Tom Jobim e Chico Buarque. Além disso, a música sertaneja e a música regionalista tradicionalista assumiu esse ritmo em suas canções, seus representantes mais conhecidos são: Zé Fortuna & Pitangueira e Zé Corrêa.

segunda-feira, 26 de outubro de 2015


São Paulo – Uma aula de dança com foco na perda de calorias. Por mais inusitado que pareça, Alberto Perlman, um empresário colombiano que vive em Miami, viu nisso uma oportunidade de negócios. Daí nasceu a Zumba, uma marca de fitness que já movimenta bilhões de dólares.

O ano era 2001 e a bolha da internet tinha acabado de estourar. Com ela, foi-se a empresa de tecnologia que Perlman, então com 21 anos, estava dirigindo.

Ele estava em busca de um outro negócio quando, em um jantar de família, a mãe de Alberto contou sobre um professor de ginástica que estava dando o que falar entre ela e suas amigas.

“Todo mundo faz a aula sorrindo, você já viu isso numa academia?, ela me disse. Eu não levei muito a sério, mas fui conferir”, disse Perlman em entrevista a EXAME.com.

Lá ele conheceu Beto Perez, que misturava dança, ginástica e ritmos pop em uma sala abarrotada com 160 pessoas. “No mesmo dia estávamos em busca de uma produtora para gravar nossos primeiros DVDs”, disse Perlman. O amigo Alberto Aghion também entrou para a nova empresa.

Como nenhum dos dois tinha dinheiro para investir, eles criaram a marca e licenciaram seus direitos para a produtora. “Os vídeos começaram a se espalhar e as pessoas começaram a nos procurar para dar aulas de Zumba”. O primeiro passo depois que o dinheiro começou a entrar foi recomprar a marca.

O segredo de tanto sucesso? “Além de divertida, Zumba é eficiente”. Em uma hora de aula é possível perder entre 500 e 1.000 calorias, a depender do nível de dificuldade.