segunda-feira, 26 de outubro de 2015
São Paulo – Uma aula de dança com foco na perda de calorias. Por mais inusitado que pareça, Alberto Perlman, um empresário colombiano que vive em Miami, viu nisso uma oportunidade de negócios. Daí nasceu a Zumba, uma marca de fitness que já movimenta bilhões de dólares.
O ano era 2001 e a bolha da internet tinha acabado de estourar. Com ela, foi-se a empresa de tecnologia que Perlman, então com 21 anos, estava dirigindo.
Ele estava em busca de um outro negócio quando, em um jantar de família, a mãe de Alberto contou sobre um professor de ginástica que estava dando o que falar entre ela e suas amigas.
“Todo mundo faz a aula sorrindo, você já viu isso numa academia?, ela me disse. Eu não levei muito a sério, mas fui conferir”, disse Perlman em entrevista a EXAME.com.
Lá ele conheceu Beto Perez, que misturava dança, ginástica e ritmos pop em uma sala abarrotada com 160 pessoas. “No mesmo dia estávamos em busca de uma produtora para gravar nossos primeiros DVDs”, disse Perlman. O amigo Alberto Aghion também entrou para a nova empresa.
Como nenhum dos dois tinha dinheiro para investir, eles criaram a marca e licenciaram seus direitos para a produtora. “Os vídeos começaram a se espalhar e as pessoas começaram a nos procurar para dar aulas de Zumba”. O primeiro passo depois que o dinheiro começou a entrar foi recomprar a marca.
O segredo de tanto sucesso? “Além de divertida, Zumba é eficiente”. Em uma hora de aula é possível perder entre 500 e 1.000 calorias, a depender do nível de dificuldade.
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